
Durante cinco dias, vou compartilhar reflexões e pequenos lembretes diários sobre beleza natural e leveza no cotidiano.
Não é um curso, não é um método, e não há etapas a cumprir. É apenas uma sequência de textos curtos que falam sobre o simples — aquilo que a natureza ensina todos os dias, sem esforço.
Percebi que a verdadeira beleza não está nas revistas, nem nos filtros das redes sociais. Ela aparece quando a gente desacelera, bebe mais água, dorme melhor e aprende a olhar pra si com mais carinho.
A natureza é uma professora silenciosa: tudo nela acontece no tempo certo — e talvez seja isso que mais falte pra nós.
Cuidar de si é um gesto de amor, e pode começar com algo simples: um banho demorado, uma boa leitura, uma caminhada leve ao entardecer.
Esses momentos renovam não só o corpo, mas também o olhar sobre a própria vida.
Os dias ficam mais leves quando a gente aprende a ouvir o corpo e respeitar o que é natural.
Às vezes, o que a gente mais precisa não está em grandes mudanças, mas em pequenos gestos — abrir a janela, sentir o sol, deixar a pele respirar.
Cada manhã é uma nova chance de se reconectar com aquilo que faz bem.
E talvez a beleza verdadeira seja isso: acordar e escolher, todos os dias, cuidar de si com calma, sem pressa, e com verdade.
No último dia, a proposta é simples:
respirar fundo, olhar ao redor e reconhecer o quanto existe de bonito em estar vivo.
Não há antes e depois, só o agora — o suficiente para sentir paz.
Meu nome é Renata, e eu gosto de observar o cotidiano.
Gosto de ver o reflexo da luz no vidro, o movimento do vento nas folhas, o som da água.
Acredito que o verdadeiro encanto está em notar o que já está aqui, sem precisar mudar nada.

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